O Conto de Fadas torna-se Realidade!

Era uma vez um rapazinho chamado João. Esse rapazinho era muito tímido. Devido à presença autoritária do seu avô, ele nunca podia sair de casa para brincar com os vizinhos na rua. Cedo ele começou a ler livros e a encantar-se com os contos de fadas. Esses, pelo menos, sempre tinham um final feliz, com uma Princesa ou um Príncipe a darem um beijo.

João adorava esses finais felizes. Ele imaginava-se a ser um Príncipe valente e destemido que haveria de correr mundos e fundos para salvar a sua amada donzela de mil e um perigos. Outras vezes, imaginava-se ele no papel da donzela, a quem um Príncipe montado num cavalo branco haveria de resgatar daquele avô mau e autoritário.

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Aos 8 anos, teve a sua primeira paixão platónica, por um dos Mosqueteiros, de uma anime que passou nos anos 80, chamada D'Artaghan. Apaixonou-se perdidamente por Aramis, um belo rapaz de cabelos longos e loiros. Qual o seu espanto, quando, quase no final da história, descobriu que afinal... Aramis era uma mulher disfarçada!

Para ele, isso fizesse a menor diferença. Afinal, o que João tinha adorado era o instinto de protecção. Sentir-se protegido e amado. Os anos foram passando e a vida foi tomando o seu rumo. João foi crescendo e cedo percebeu que era diferente dos outros rapazes. Ele não gostava de jogar à bola.

Em vez disso, ele preferia brincar em casa, ensinar as plantas e animais com giz que trazia da escola. Isto quando não dava aulas na própria escola, no intervalo ou em tempos livres, aproveitando salas vazias. Divertia-se assim, suspirando e desenhando sonhos e corações onde colocava a sua inicial e a de alguém por quem estivesse apaixonado. Convém dizer aqui que ele apaixonou-se uma data de vezes. As primeiras vezes foram sempre por raparigas. A primeira namorada foi a vizinha do lado, com quem "ficou" até aos onze anos. Ele sentia-se bem na companhia das raparigas, embora não brincasse nem com elas nem com os rapazes. A maior parte do tempo brincava sozinho, no seu mundo imaginário.

Porém, quando chegou à adolescência e o corpo começou a desenvolver, os seus sentimentos também começaram a mudar. Continuava a gostar de raparigas, mas nutria sentimentos igualmente fortes por colegas de turma.

O seu primeiro grande amor [não correspondido] durou 3 anos. Apaixonou-se no final do 6º ano por um colega de turma que ele achava ser o rapaz mais lindo que ele já conhecera. Os olhos, o sorriso, o cheiro... tudo o cativava.

Como sofrera durante a infância e a pré adolescência de bullying ele não queria perder aquele amigo. Assim, preferiu poder manter-se por perto a abrir o seu coração ao rapaz, que no final do 9º ano ficou a saber que ele estivera apaixonado por ele aquele tempo todo. A vida encarregou-se de os separar, a bem do João.

Não tardou muito tempo - ainda foram alguns 2 ou 3 anos - para que ele se encantasse por outro rapaz. Curiosamente, o nome dele era o mesmo que o primeiro! O João achou que devia ter alguma maldição que o fizesse apaixonar-se por rapazes com aquele nome.

Uma vez mais, com medo de estragar tudo, ele manteve os seus sentimentos trancafiados no seu coração por mais 8 anos! Houve momentos em que o João esteve para desistir até de viver. A confusão de sentimentos, o medo de ser rejeitado...

Ele perdera a confiança nas pessoas antes de acabar o 9º ano, pois a única pessoa em quem ele confiara, acabara por detonar o grande segredo dele, contando-o a toda a escola e fazendo troça dele. Uma professora.

Ah! Como adorava reencontrá-la agora! O João gostava de dizer-lhe o quanto lhe está agradecido pelo sofrimento que lhe causou. É verdade. Pode parecer estranho, mas ele já sentiu raiva, ódio, rancor. Agora, sente um pouco de gratidão. Foi uma valente lição de vida tudo o que ela lhe fez.

Afinal, apesar do mal, ele acabou por sair mais forte dessa fase.

Um dia, o amigo por quem João estava apaixonado foi estudar para o estrangeiro.

Esteve lá cerca de um ano.

Devido a problemas de comunicação, ele e o João estiveram meio ano sem se falarem. A primeira vez que conseguiram falar desde que o amigo fora para o estrangeiro, foi no dia de anos de João!

Escusado será dizer que aquela foi a melhor prenda de anos que João teve naquele ano. Quando o amigo já estava quase a regressar, João foi ter com ele. Foram as primeiras férias que João passaria sozinho, fora do país!

Aqueles foram dias loucos, onde João e o seu amigo tiveram um pouco de tudo. Trocaram carinho, chatearam-se, discutiram, amuaram, passearam, embebedaram-se todos os dias... Foi uma semana em cheio! O melhor de tudo foi que João compreendeu que finalmente se tinha libertado do sentimento que nutria há tanto tempo pelo seu amigo. E isso fez-lhe muito bem. O amigo só veio a saber anos mais tarde que João estivera apaixonado por ele. Não reagiu lá muito bem inicialmente e João acredita que isso motivou um afastamento entre eles, mas com o passar do tempo a relação deles voltou a melhorar.

Com o coração livre, João apaixonou-e por uma pianista mexicana, com quem viveu um tórrido amor. Ela compôs uma canção para ele e essa música tornou-se um sucesso nos café-concerto onde ela actuava, no México. Um dia, ela apresentou-lhe o seu primo. João percebeu logo que houvera ali "faísca". Ele sabia que gostava de Daniela, a pianista, mas o que sentiu ao ver o primo, era mais intenso e profundo... E o melhor de tudo é que era recíproco. Daniela, João e Damian ainda viveram uma louca relação durante um belo Verão, mas os ciúmes acabaram por dinamitar o relacionamento.

Damian, o primo da pianista, acabou por propôr a João ficar com ele nos Estados Unidos, em Massachusetts, onde Damian iria fazer um Mestrado. O coração de João, estava dividido. Deveria largar tudo e ir? Seria uma loucura ou não? Com receio de um futuro incerto, acabou por recusar o convite, apesar de Damian o tentar de várias formas. No entanto, como João se mostrara inflexível na sua decisão, Damian foi à vida dele.

Não foi fácil. Durante muitos dias e noites, João questionou-se se teria tomado a decisão certa. Sentindo-se um perfeito idiota por não ter pelo menos tentado aproveitar a experiência, fechou o seu coração de cristal e deitou a chave fora. Para ele não valia mais a pena. Sentia-se condenado a passar o resto dos dias sem ter sorte no amor.

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Um ano mais tarde, numa bela tarde, ele conheceu um rapaz que o fez lembrar da sua primeira paixão platónica, quando ainda era criança. Era um rapaz loiro, de aspecto andrógeno. Era baixinho e não teria mais que os 16-17 anos. Sentindo o seu coração a bater muito forte, encheu-se de coragem e foi meter conversa com o rapaz. Este olhou para ele, de alto a baixo. sorriu e disse:

- "Vamonos para otro sitio para hablarmos, aquí está mucho ruido."

E assim foi.

João e o rapaz, que se chamava Ángel, foram passear pela cidade onde se encontravam. Cedo o gelo se quebrou entre os dois, até porque tinham feitios muito parecidos. Ambos não tinham sorte ao amor e tinham-se tornado frios e distantes. E isso aproximou-os. João viu nos olhos do rapaz o desejo de ser protegido. Ele mantinha o desejo de ser protegido também, mas com o tempo também desenvolvera o desejo de proteger. Eles ainda foram amigos durante muito tempo. Quanto mais conversavam, mais temas achavam para conversar! Quanto mais tempo estavam juntos, mais tempo queriam compartilhar! O rapaz não era português. Estava a estudar em Portugal.

Quando deram por ela, João e Ángel estavam apaixonados um pelo outro. Já não conseguiam passar sem se falar e sentiam a falta do outro. Aos poucos, o lado mais bonito de cada um veio ao de cima. Os anos foram passando e com um namoro feliz, João e Ángel decidiram casar. O pedido de casamento foi feito numa bela e fria noite de Janeiro.

João não cabia em si de contente! Ele tinha encontrado o rapaz mais lindo e especial que alguma vez conhecera na vida! Eles tinham uma relação mesmo doce entre si, com muita troca de carinho e afecto. No fundo, ambos davam ao outro aquilo de que mais necessitavam, já que o rapaz também vinha de uma família desestruturada. Infelizmente, passados alguns meses após aquele feliz acontecimento, o rapaz foi colhido mortalmente numa passadeira. Ainda hoje, passados 7 anos, João tem um certo rancor quando vê condutores que desrespeitam as passadeiras, avançando a alta velocidade ou contornando os peões, só para não terem de parar por alguns momentos.

Como se lhes fizesse a diferença. Como se aqueles segundos em que param, lhes fossem mudar a vida. Para João, a falta desses escassos segundos mudaram a vida dele para sempre.Aqui, a história deste rapaz chamado João, que como vocês já devem ter percebido, é a minha própria história, entra num campo mais "céptico" para algumas das pessoas que lerem isto. E torna-se ainda mais pessoal também. Mas esta é a minha realidade e a minha verdade. Depois que o meu noivo Ángel morreu em Abril de 2010, eu caí e bati num poço sem fundo. Senti que tinha perdido tudo e já não andaria muito mais tempo entre os vivos. Perdi completamente as esperanças de encontrar e viver um grande amor, já que o meu Pequeno Príncipe havia morrido.

Durante o Verão desse ano, eu senti no meu coração que ia morrer. Mas, curiosamente, essa ideia não me assustava. Muito pelo contrário. Sentia-me tranquilo e em paz. A única coisa que me deixava triste fora o facto de não ter vivido um amor até ao fim, por assim dizer.

Nessa fase, eu senti que tinha de deixar algo para quem eu gostava, se recordasse de mim quando chegasse a hora. E assim, eu comecei a dar lembranças às pessoas que mais gostava, para que sempre se lembrassem de mim, acontecesse o que acontecesse. Todos andavam preocupados comigo, pensando que eu iria matar-me ou algo do género mas não.

Eu não tinha forças para tal. Teria-o feito se as tivesse, confesso.



Em Dezembro de 2010, fiquei gravemente doente e estive às portas da morte. Um problema surgiu-me nos pulmões. É uma doença rara e os médicos não sabem até aos dias de hoje como é que ela me apareceu.

Eu tive de reaprender a viver. Tive de reaprender a respirar.

Houve momentos em que só me restava pensar, pois não conseguia respirar sem apoio artificial. A primeira metade de 2011 foi passada a viver muito devagarinho, a ter pequenas vitórias todos os dias.
Conseguir respirar sem máquinas, conseguir falar, conseguir caminhar... - ohhhh, as saudades que eu sentia de caminhar! - eram tudo acções que representavam vitórias para mim.

Infelizmente, o meu problema de saúde não tem cura. Por ser raro, ainda pior. Apenas pode-se aligeirar o problema, para que eu tenha uma vida normal, dentro do possível. Tive de tomar grandes doses de cortisona e engordei mais de 20 kgs em pouco tempo. Isso arrasou com a minha auto-estima. A única coisa que me confortava era que eu ainda estava ligado ao meu falecido "zorrito". Todos os dias eu conseguia conectar-me energeticamente com ele e ele todas as noites vinha para a minha beira, dormir comigo. Só isso me ajudava a aliviar o tormento em que eu vivia. Vivi assim pelos anos seguintes.

Em finais de Janeiro de 2015, eu decidi colocar um ponto final nessa situação. Não era justo para ele eu estar a impedi-lo de seguir em frente. Assim, libertei-o energeticamente, por assim dizer. Era o mais correcto a fazer. Ele seguiu em frente, para a luz.

Dois dias depois, aconteceu algo muito curioso! Conheci um rapaz baixinho, com ar andrógeno, muito fofo! Eu levantei a cabeça para o céu e pensei:

- "Vocês só podem estar a gozar comigo!!!" [risos]

O rapaz, que chamarei de Renge, tem inúmeras semelhanças não só a nível físico, como também a nível da personalidade com o Ángel! Eu fiquei estupefacto com aquilo! Entendi que talvez fosse um sinal de que o Ángel estava bem e feliz. Que aquela seria a sua forma de me agradecer. Ele podia já não estar fisicamente presente, mas eu agora teria um amigo que me faria recordá-lo para sempre e ultrapassar definitivamente o que tinha acontecido. Renge tinha naquela altura a mesma idade que o Ángel tinha quando o conheci. O Universo quando quer, é capaz de coisas extraordinárias!

Meses mais tarde, durante uma sessão de Reiki em grupo, ao chegar a minha vez, eu consegui fazer uma viagem astral. Geralmente não tenho grande controlo sobre isso, mas reunidas certas condições, eu consigo fazê-las. Uma vez, também noutra sessão de partilha de Reiki, fui ao meu ponto de origem. Lá, aprendi bastante sobre alguns assuntos que já abordei numa saga de contos aqui no blog - a saga Sombras da Luz.

Naquela sessão, curiosamente, a 24 de Maio de 2015, eu consegui ir até ao Outro Lado do Véu. O meu único irmão falecera um ano antes, a 24 de Junho de 2014, vítima de morte súbita. Eu queria muito vê-lo e dizer-lhe que gostava muito dele, pois tenho noção que não lhe disse isso muitas vezes, enquanto ele era vivo. Afinal, fomos separados praticamente à nascença e embora tivéssemos algum contacto, só em adultos passamos a ter um contacto mais frequente.

Quis o destino que eu encontrasse o Ángel nessa fatídica viagem astral. Ele disse-me que o meu irmão estava com ele e que os dois estavam bem. Agradeceu todo o amor e dedicação que eu tinha tido para com ele, mesmo depois da sua partida. E disse-me, antes de se despedir:

- "¡Lobito, el amor de tu vida llegará pronto! ¡Vosotros van ser muy felices!"

Passado cerca de um mês e meio, eu fui a um evento. Uma marcha pelos direitos das pessoas LGBTI. Lá, conheci um rapaz que se sentiu mal. Eu aproximei-me dele e perguntei se podia passar-lhe energia, e ele aceitou. A dada altura, ele começou a melhorar a tocou-me no peito, fechando os olhos e quando os abriu mostrou-se surpreso.

- "Sabes?" - disse-me ele - "Eu sou Mestre de Reiki. Senti que tinhas uma energia de cura muito boa. Ao tocar-te, consegui ver um jardim florido. Tu estavas lá, na tua verdadeira forma. Tu és um anjo."

Eu ri-me. Fiquei admirado com a clareza e descrição de detalhes que ele me falou. Sabia de algumas das coisas que ele me tinha dito. Este rapaz também se chamava João e passamos esse Verão numa relação especial. Havia uma enorme empatia entre nós. Tínhamos tudo em comum. Fazíamos partilhas de Reiki um com o outro e eu consegui ir ao ponto de origem dele e ele ao meu. Durante dias, semanas a fio, eu pensei que aquele era o rapaz que o Ángel me havia falado.

Mas não era.

Da mesma forma que tudo começou de forma inesperada, tudo terminou. Ele tinha imenso medo de assumir um relacionamento e preferiu afastar-se completamente. Não me queria magoar com as suas indecisões.

Resignei-me.

Talvez tivesse de ser assim mesmo. Talvez eu não estivesse destinado a voltar a ser bem sucedido no amor. Talvez só tenhamos "direito" a um Príncipe ou Princesa nesta vida. A noção de Tempo no Outro Lado do Véu é diferente da nossa. Eu aprendi essa lição.

Até que em meados do ano passado...

Conheci um rapaz de sotaque brasileiro durante um evento de cinema lgbti. Qual o meu espanto quando ele me diz que apesar de falar com sotaque brasileiro - porque vive actualmente no Brasil - ele era de Barcelona! Barcelona era a cidade natal do Ángel!

Eu e este amigo vivemos um relacionamento muito próximo. Ele também estava em Portugal a fazer um Erasmus. Na verdade, até estava quase a ir-se embora. Assim, vivemos um relacionamento na medida em que sabíamos que tudo terminaria quando ele se fosse embora. Não fiquei destroçado com a sua partida. O tempo que passamos juntos, as histórias que escrevemos, as risadas, a cumplicidade... Valeu a pena.

E tudo isso fez renascer a esperança no meu coração.

Pouco tempo depois dele ir embora, eu conheci o Jonas da maneira mais inesperada possível! Eu fartei-me de rir quando o "conheci". O Jonas mostrou ser um rapaz singular, único, cativando-me logo de imediato. Ele despertou algo em mim que eu não sentia há anos! Cada vez que falávamos, cada vez que trocávamos mensagens, havia uma explosão orgásmica no meu cérebro! Os meus pensamentos pareciam querer saltar para fora da cabeça e entrar dentro do telm, do monitor, do computador, do papel... Já que as mãos e a boca não conseguiam responder à velocidade a que eles se impunham! [risos]

O Jonas é um rapaz experiente, muitíssimo inteligente e com um coração puro, mais puro do que o meu, atrevo-me a dizer. Tal com eu, ele também já levou inúmeros pontapés da vida. Talvez por isso, ele tenha aprendido da maneira mais dura a lidar com as outras pessoas e mais importante que isso, a gerir os seus próprios sentimentos.

Nós começamos por ficar bons amigos... Começamos a namorar naturalmente e na madrugada de Natal, ficamos noivos! Foi das melhores prendas de Natal que recebi na vida toda!


E nesta passada quarta-feira, dia 24 de Maio de 2017... 


Eu e o Jonas casamos!


Não consigo expressar por palavras como me sinto neste momento em que vos escrevo! Há um misto de Felicidade, Alegria, Realização Pessoal... Enfim, um misto de sensações e emoções! 

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O nosso bolo!

Nunca pensei que fosse ficar tão feliz por casar, sendo que a nossa cerimónia foi bem pequenina. Estiveram presentes algumas pessoas importantes para mim - pessoas que não sendo da minha família de sangue, vibram e compartilham da minha Felicidade! Eu e o Jonas ficamos particularmente felizes por podermos contar com a minha avó - único membro da minha família que sabe de tudo e que fez questão de estar presente para "levar-me ao altar"! [risos] 

É deste tipo de pessoas que todos nós precisamos na nossa verdadeira família - pessoas que nos amem e nos apoiem o melhor que puderem! Vivemos num mundo tão egoísta e superficial, que encontrar pessoas que nos amem de verdade, é um verdadeiro tesouro!

Aproveito o momento para agradecer ao meu "maridão" por despertar o que há de melhor em mim. Por fazer todos os possíveis e impossíveis para que estejamos bem e felizes, num verdadeiro sinónimo de Felicidade. Agradecer pela paciência infinita por me aturar e poupar nas brigas!

Tu és o meu anjo, o meu Príncipe Encantado, montado num cavalo branco! O Príncipe por quem esperei toda a vida! Tornaste-te uma parte de mim. Passaste a fazer parte da minha vida e realizaste o meu sonho. Aliás, tu ainda és melhor do que eu sonhava! Muito obrigado por todos os sorrisos parvos que me colocas na cara. Muito obrigado por tudo o que tens feito por mim. Muito obrigado pelas noites passadas em claro à conversa contigo e pelas noites em claro passadas a pensar em ti! Muito obrigado por outras coisas que só nós dois é que sabemos! [risos] 

Não me vou alongar muito mais, senão o Jonas ainda me mata! [risos]

Este foi o meu mais longo desabafo e talvez o mais íntimo dos que escrevi até hoje. Se o faço, é para permitir a quem me ler, que compreenda que por mais que a vida por vezes pareça levar tudo à frente, tirar-nos tudo o que é importante, não percam a Esperança

Acreditem nos vossos sonhos! Lutem por eles! Sejam verdadeiros, honestos e leais a vocês mesmos! 

Amem as outras pessoas. Perdoem. Agradeçam. E acima de tudo, sejam felizes!

Bem hajam todos vocês! 
Adoro-vos!

Beijinhos,
João Fadário-Belfort

Comentários

  1. Fiquei tão feliz ao saber da notícia

    Muitos Parabéns

    Grande abraço aos dois :)

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    1. Obrigado Francisco! Muito obrigado mesmo!
      Um grande abraço para ti! ;)

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  2. Parabéns ao casal! Esta postagem constitui-se em uma das mais belas declarações de amor que já vi. Linda ...

    Beijão aos dois

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    1. Awww Paulo! ^_^
      Um destes dias estaremos todos juntos e faremos uma festa!
      Abreijos e muito obrigado pelo carinho|! ^^

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  3. muitos parabéns, João, e felicidades, que mereces tudo de bom.
    :)
    bjs.

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    Respostas
    1. Olá Margarida!
      Sê bem-vinda ao Entrelinhas!
      Muito obrigado pelos votos! Tu, mais do que muita gente, falaste comigo na manhã em que o meu irmão faleceu, Obrigado!
      Abreijos!

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  4. Muitos parabéns e felicidades ao casal !!! O bolo parecia ser muito delicioso .:D

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    Respostas
    1. Olá Magg! Estava sim! Muito bom! Espero mandar fazer um quando formos aí a Lisboa para um almoço ou jantar de bloggers perto do Natal! ;)
      Abreijos :)

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  5. Muitos parabéns, João. Foi um passo importante aquele que deste. Que tudo vos corra bem.

    um abraço.

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    1. Obrigado, querido Mark!
      Espero que tu também encontres a tua chave de Felicidade! Bem mereces!
      Abreijos :)

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