Quebra-Cabeça #1.1


Hoje vamos conhecer um pouco mais do criador e administrador do Blog “Entrelinhas Direcionadas”, João Fadário. “Quebra-Cabeça” - o lugar onde montamos um pouco mais o outro com pequenas peças que se encaixam para nos mostrar quem realmente é.


O blog foi criado com qual propósito? O que havia nele que não seria encontrado em outros blogs? Fale-nos um pouco de sua trajetória neste meio.

JOÃO FADÁRIO: Antes de mais, agradeço o convite para ser entrevistado e mais do que isso, ser eu a estrear a temática aqui no blog! (risos) Eu criei o “Entrelinhas Direcionadas” há relativamente pouco tempo. O blog não tem nem um ano sequer! Quando o criei, queria “despir-me” do meu eu. Daí que durante um curto espaço de tempo – vá, foram alguns meses (risos) eu “vesti” a pele de uma esfinge. Era meu objectivo escrever numa perspectiva mais crítica e talvez mais sarcástica, mas cedo vi que não seria assim tão fácil ser eu e ao mesmo tempo não ser. Assim, acabei por deixar a “pele” de uma esfinge e retomei à minha natureza. Quanto ao propósito do blog, eu gostava que ele fosse um espaço de compartilha e de troca de conhecimentos. Eu comecei a escrever blogs em 2004. O meu primeiro blog viveu 8 anos, até 2012. Pelo meio eu tive outros dois blogs, que não eram abertos ao público. Neles eu escrevia e desabafava. Eram como que um diário pessoal, mas digital. Em meados de 2011 eu comecei a procurar “sair do armário”. Assim e como gosto de ler, comecei a ler blogs portugueses, que estivessem de alguma forma inseridos na temática gay. Em nenhum deles encontrei única e exclusivamente pessoas que só debatessem isso. Alguns desabafos e relatos ajudaram-me a compreender que as coisas não são “preto no branco”. Muitos viviam as dúvidas que eu vivia. Deu para perceber que estavam ali muitas pessoas, ainda sem rosto para mim, é certo, mas que por algum motivo, eu conseguia sentir afeição. Comecei a preocupar-me genuinamente com algumas delas. Não tardou muito para que eu desse início ao meu primeiro blog mais focalizado, com o objectivo de procurar conhecer os meandros deste universo tão vasto. Creio que no meu trajecto enquanto blogger muitas coisas aconteceram que poucas ou nenhumas vezes eu vi. Eu já tive e fiz rádios, um canal de televisão, programas temáticos, entre outras coisas. Não me considero melhor do que ninguém. Acho que todos temos talentos e a verdadeira questão é se temos tempo ou estamos disponíveis para nos dedicarmos a desenvolver essas criatividades. O “Entrelinhas Direcionadas” oferece um pouco daquilo que eu gosto de ser para as pessoas. Ele é uma reflexão de mim. Gosto de partilhar o que gosto, sejam músicas, curiosidades, dar a conhecer filmes que eu considere interessantes, sejam estes pelo argumento, seja pelas lições ou emoções que eles vão despertar em quem os vê! Gosto de escrever histórias e contos, as quais trato como se de verdadeiros roteiros de filmes ou novelas fossem! (risos) Talvez tudo isso seja o que faz do “Entrelinhas” merecedor da atenção dos leitores, quem sabe?


Os blogs tem uma força muito grande de persuasão pela quantidade de frequentadores que debatem ideias. No entanto há muitos blogs que não tem nada de novo ou de interessante a ser mostrado. Como faz para ter o seu blog mais acessível e interessante ao grande público?

JF: Os blogs são escritos por pessoas para pessoas. Existem blogs que ficam famosos e tem verdadeiro “lixo intelectual” e existem blogs que até são bastante bons, mas ficam esquecidos e ninguém lhes dá a mínima atenção. Existem muitos blogs bons, mas que por tendências, seguem modismos, acabando por perder a sua essência. Isso é um erro. Não critico nem julgo quem o comete, até porque eu também já caí nessa asneira no passado. Não é fácil apresentar conteúdo novo. Conheço uma pessoa que me diz muitas vezes: “já foi tudo inventado”. E no fundo, acabo por concordar com essa afirmação. É difícil criar algo totalmente original. Não estou a querer dizer que as pessoas se copiem umas às outras, mas a verdade é que muitos seguem, até mesmo inconscientemente, alguém ou alguma ideia/conceito para tornar o seu espaço mais acessível e interessante. E é aqui que regressamos à essência. Para mim, os blogs de tipo pessoal são os melhores. Aqueles onde a pessoa ou pessoas que o escrevem, se apresentam sem filtros. E talvez seja essa uma das formas de um blog se renovar e trazer algo de novo à comunidade. O “Entrelinhas”, escrito a 4 mãos actualmente, pretende cativar o grande público por aí. Eu escrevo de forma mais pessoal, tanto através dos meus desabafos, como das histórias, enquanto o Jonas aborda questões mais filosóficas, gerando questões e lançando a polémica aos leitores, por forma a criar ideias e debates sobre temas tão diversificados como Política, Religião, Sexualidade e por aí fora.


Quais são os bloggers que acompanha e que considera merecedores de atenção, e por quê?

JF: Eu não vou citar nomes! (risos) Alguns dos bloggers que acompanho já os sigo ainda antes de eu ter saído do armário! (risos) No fundo, vejo esses bloggers como amigos virtuais que conheço – e de facto, alguns até já conheço pessoalmente – enquanto outros eu vou conhecendo por interacção e por ler comentários deles aqui e ali. Se eu gostar do que li, dou um salto até ao blog da pessoa e lendo um pouco, logo vejo se me agrada ou não. Se me agradar, sigo a pessoa e vou comentando assiduamente. Gosto de comentar todos ou quase todos os posts das pessoas, porque acho que se escrevem, é porque querem partilhar algo. Claro que existem alturas em que o objectivo não é responder. A pessoa posta algo e pronto. Assim, tenho alturas em que leio, mas não deixo comentários. Porém, isso é pouco frequente. Gosto de comentar, mais que não seja para as pessoas saberem que foram lidas.


Existe uma linha de pensamento que diz que os blogs estão perdendo a força devido a interatividade com os sites e principalmente com as redes sociais. Crê que isto se dá mesmo ou os blogs ainda tem força para ser uma ferramenta de grande alcance?

JF: É uma boa questão. Essa linha de pensamento faz-me recordar aquela máxima que diz: “estamos em crise desde 1800 e troca o passo” (risos) É verdade. Desde que comecei a interagir com outros blogs, na “Blogsville”, que escuto dizer que os blogs estão a perder a força. Concordo que as redes sociais fazem, sob muitos aspectos, concorrência aos blogs. As pessoas ali tem acesso a uma infinidade de coisas na hora. Se postares alguma coisa, até por meio das “emoções” consegues expressar o que sentiste ao saber que “x” ou “y” se zangaram ou o “z” ganhou algum jogo ou o “w” vai ser pai. Também concordo que a Blogsville já foi muito melhor. Ainda antes de eu entrar, parece-me que existia uma grande onda de debate de ideias entre as pessoas. E isso é algo que eu considero excelente! As pessoas conversarem, através de comentários, sobre o tema que é exposto no blog! No entanto, com as redes sociais, as pessoas foram-se desapegando de escreverem em blogs. O que é uma pena. Existe tanta gente que escreve bem, que tem ideias bem interessantes de serem escutadas e partilhadas, que é de facto triste, que tudo isso se tenha perdido com o passar do tempo. Recentemente, começou a ser moda as pessoas mais conhecidas criarem blogs. Os blogs dessas pessoas geralmente são concebidos por designers profissionais e tornam-se famosos e populares. O problema é que geralmente estes espaços são criados com o objectivo de se tornarem máquinas de fazer dinheiro. E pior do que isso, é que muitas vezes nem são as pessoas que dão a cara pelos blogs, quem escreve o seu conteúdo. Tudo isso acaba por minar a imagem dos verdadeiros bloggers, dos verdadeiros habitantes de Blogsville. Tal como no passado, a palavra continua a ser uma espada de longo alcance. Basta saber manejá-la bem!


Os blogs são ferramentas geralmente de cunho pessoal. Acredita que tudo possa ser exposto nele ou há um limite? O que jamais divulgarias ao grande público de sua vida privada?

JF: O limite deverá ser imposto por cada um de nós. Tudo depende da perspectiva com que vivamos a vida e da forma como vemos as coisas. O que para mim pode ser um problema, para outra pessoa qualquer pode ser uma futilidade e vice-versa. Quanto ao que jamais divulgaria ao grande público? Creio que com o tempo vamos ficando mais recatados sobre diversos aspectos ou temas do nosso eu mais íntimo. Não tenho problemas em abordar um sem-número de assuntos, desde que com isso eu possa ajudar outras pessoas que estejam a passar/vivenciar algo semelhante. Também gosto de ter mais recato quando os meus desabafos tocam noutras esferas para além da minha.


Qual o sentido do nome Entrelinhas Direcionadas?

JF: Esta pergunta tem rasteira! (risos) No seguimento da resposta anterior, depois de eu já ter tido blogs onde expunha o meu ser totalmente de forma nua e crua e depois de ter uma “stalker” que me sufocava com a sua sede de aproximação para comigo, comecei a dar por mim a fechar-me e a recolher-me mais. Não que eu goste de ser assim. Sinto que fujo à minha verdadeira essência quando o faço. Porém, todos nós temos de nos precaver um pouco. Não sabemos quem nos lê do outro lado. Foi assim que nasceu o conceito das “Entrelinhas Direcionadas”. Por vezes falo e escrevo de forma muito direta. Outras vezes escrevo de forma mais subtil – mas o conteúdo está lá na mesma.


O blog possui contos com muita carga mística, focando bastante no amor gay, e ainda assim estão juntos com outros contos infantis. Desde quando tens interesse na escrita e quais os motivos dos temas abordados? Tens novas histórias para divulgar?

JF: Eu comecei a escrever aos 13 anos. A história que deu origem ao conto: “A Vingança!” começou a ser escrita nessa altura. Não a cheguei a terminar nessa altura. Ela ficou sensivelmente a meio. Guardei-a e acabei por me esquecer dela, até aos meus 25 anos! Um belo dia de Verão, andava eu em arrumações e descobri a história! Foi muito emocionante ler o que eu tinha escrito tantos anos antes! Naquela altura eu trabalhava numa biblioteca de praia, então levei a história para lá e sentei-me nas horas vagas a escrever e terminei o conto nessa altura. Voltei a arrumar as histórias e só muito mais tarde, em 2013, quando fui ao meu primeiro encontro de bloggers, “senti o chamamento” para voltar a escrever. As primeiras histórias, “O Turista” e “Meandros da Vida”, foram inspirados nesse encontro, que, de uma forma muito positiva, marcou a minha vida! Foi aí que senti que devia escrever histórias com um teor gay. Histórias que fizessem ver como se vive o amor entre pessoas do mesmo sexo. Acho que ainda hoje, em pleno 2017, muitas pessoas acham que a relação entre dois homens é puramente sexual. Eu tento, através das histórias que escrevo, dar a conhecer um outro lado das relações, para que estas ideias preconcebidas caiam por terra. Pessoas que amam pessoas do mesmo sexo também sofrem por amor. Também vivem com medo de perder a pessoa de quem gostam. Também erram. Também riem e choram. Não são melhores nem piores do que as outras pessoas. São tão simplesmente... pessoas. Os contos que escrevo também tem um pouco de mim. Ao longo de 7 histórias, as sagas “Virgulas do Destino” e “Sombras da Luz”, os leitores podem conhecer as aventuras do meu alter-ego, o Mikel.

A capa do livro "Vírgulas do Destino"

A capa do primeiro livro de "Sombras da Luz"

Muitas das experiências que ele vivencia, foram ou são baseados na minha própria vida. Partilhei dessa foram com os leitores muitos medos, experiências, sonhos, anseios, desejos... Tudo isso com a intenção de me dar a conhecer a quem me lê. Mostrar o meu verdadeiro eu, sem filtros, ainda que através de um alter-ego. Em relação aos contos infantis, também neles eu abordo uma temática menos explorada – as nee (Necessidades Educativas Especiais). Nos contos infantis que eu já escrevi, existe alguma personagem que sofre de um qualquer tipo de NEE. Optei por este campo para que as crianças e pessoas que sofrem de um qualquer tipo de NEE se sintam inclusas. Em “O Raposinho Faísca”, temos um raposinho que é Príncipe no reino das raposas. O melhor amigo dele é um lobo chamado Furacão, que sofre de disfemia, mais vulgarmente conhecida como gaguez. Quanto a histórias novas, eu tinha projectado começar a publicação de novos contos para a Primavera de 2017, sendo a primeira história: “Palavras Cruzadas, Destinos Cruzados”. Neste momento, a publicação de histórias está em “banho-maria”, mas nunca se sabe! Também estou a pensar em criar pequenos contos ou histórias, que caibam num post apenas. Como se diz por aí: “me aguardem!” (risos)


Fale um pouco do que pode ser encontrado no blog, enumerando alguns marcadores e quais os planos daqui para frente.

JF: Bom, no blog os leitores podem encontrar músicas, geralmente músicas do tempo em que nem eu era nascido (risos) no “Antigamente é que era bom...”; Podem encontrar sinopses e trailers de filmes que eu vi e aconselho a ver na temática “My Movies”; Podem ler artigos de opinião do Jonas em “Esqueleto”; Podem ler todo os meus contos e histórias em “My Storytales”! Para além disso, têm outras temáticas interessantes, basta explorarem o blog! Podem sempre contactar-nos para deixarem sugestões ou indicar filmes, livros, séries, temas e ideias que gostariam de ver debatidos no blog! Para tal, basta enviarem email: phantanilus@hotmail.com


Sexo e violência são dois temas que vendem facilmente. O blog acompanha tendências ou tenta ser o mais genuíno possível? Os temas da atualidade são abordados ou o blog é um espaço atemporal para ser exposto o que achas necessário?

JF: Não o nego – sexo é bom! (risos) É bom ver e ler textos sobre sexo e mais ainda, sobre a sexualidade! Eu trabalhei numa revista onde respondia a questões relativas ao campo sexual num consultório sexual e emocional. Com essa experiência, compreendi que muita gente tem dúvidas sobre inúmeros temas, como a masturbação, o desejo ou a atração sexual. Muita gente ainda confunde sexo com sexualidade. Da mesma forma as pessoas tem as suas ideias preconcebidas sobre a “orientação sexual”, a qual prefiro nomenclaturar de “identidade sexual”. A grande questão é: o que atrai nas pessoas? Porquê que sexo e violência vendem facilmente? A resposta está ali mesmo. Para mim, isso vende porque os seres humanos são animais. Por vezes (ir)racionais, é certo, mas são animais. O sexo, se for consentido por ambas as partes, não mais é que uma forma de nos libertarmos. A violência também. O ser humano está cada vez mais violento. Acredito que um dia destes acabemos com nós mesmos e não tenho pena disso. É justo que assim seja. Por mais que nos neguemos a tal, todos temos culpa do que acontece por esse mundo fora. Seja porque nos insurgimos, resmungamos, mas não fazemos nada de concreto para mudar as coisas, seja porque somos demasiado individualistas e pensamos “ah, aquilo só acontece aos outros!”, ou seja até porque realmente nos estamos marimbando para o que venha a acontecer, já que pensamos que no fim todos morremos e ninguém ficará cá para contar como acaba a história. O que me preocupa e entristece é ver que sob muitos aspectos, o Homem não mudou assim tanto desde tempos antigos. Semanas atrás houveram alguns motins em cadeias pelo Brasil. Do nada, foram lançadas cópias em filme desses motins e essas cópias esgotaram em tempo record. As pessoas pagavam para ver outras pessoas serem mortas. Na semana passada, veio a público que 3 homens violaram em directo uma mulher, num país do norte da Europa, enquanto centenas de pessoas assistiam, num grupo fechado do facebook, enquanto os incitavam a fazer mal à mulher, quem sabe até a matá-la em directo. Estes dois episódios fizeram-me lembrar os tempos do Coliseu de Roma, onde as pessoas lutavam entre si, para divertimento do público. Tudo isso para mim mostra o quão podre está a sociedade em que vivemos. O “Entrelinhas Direcionadas” é atemporal mas também procura abordar temas da actualidade. Para que vou falar de um assunto que já foi esmiuçado “n” vezes em outros espaços? Se eu vir que consigo transmitir algo de útil, aí sim, eu escrevo também. Caso contrário, posso dar a minha opinião para quem quiser ler, mas só com esse intuito. Por outro lado, gosto que o blog sirva para falar de tudo um pouco, já que assim ele manter-se-á mais genuíno e próximo da minha essência.


E com relação aos patrocínios, o blog tem interesse em ser patrocinado por alguma empresa, isto já está sendo tentado ou a falta de patrocínio permite uma maior autenticidade ao espaço?

JF: Essa é uma questão delicada. O blog está aberto a patrocínios, desde que estes possam, efectivamente, servir ambas as partes. É importante que o blog não perca o seu lado autêntico, pois é isso que torna cada blog, verdadeiramente especial.

Comentários

  1. Adoro conhecer um pouco mais dos amigos Blogueiros. O João é um encanto de pessoa ... Parabéns pela entrevista e parabéns à ele por ser tão transparente.

    Beijão aos dois.

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    1. Obrigado. Seja respondendo às perguntas ou apenas nos posts publicados o João tenta ser sempre o mais verdadeiro possível. E assim continuará a fazê-lo.

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    2. Muito obrigado pelas palavras!
      Beijos aos dois! ^^

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  2. Respostas
    1. Que bom que gostou. Esperamos trazer novas postagens do tipo futuramente.

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    2. Todos os meses esperamos dar a conhecer um pouco de pessoas da "nossa" BlogsVille! ^^

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  3. Este espaço para conhecer mais dos blogueiros é sempre prazeroso de ler...

    Bacana saber um pouco mais do João!

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    1. Sim, este é o João, de carne, osso... e um pouco mais de carne.

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    2. Obrigado Ro! Um destes dias serás tu o nosso entrevistado! ;)

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  4. que legal conhecer um pouco mais sobre vc Fadário .. e sobre as razões que te fazem escrever! parabens!

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    1. Obrigado HHP!
      Estou gostando muito de seus relatos também! Muito interessante conhecer um pouco mais de todos vocês! ^^

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  5. Só hoje li a entrevista, e gostei bastante.

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    1. Obrigado! Esperamos fazer outras neste estilo futuramente!

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    2. Olá Mark! Obrigado!
      Um abraço ;)

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  6. Amei ler aqui, amo os blogs onde os seus criadores são assim, espontâneos, dizem de seus sentimentos, das coisas que pensam, que dão grande contribuição para ajudar pessoas a serem leves e felizes!
    Amo poder ter oportunidades de conhecer pessoas, sem curiar levianamente, mas para poder chegar a sentir as almas delas e sinto, sou sensitiva, isso me dá alegria e prazer de poder manter também os meus blogs, onde poetizo sem pretensão de ser poetisa, e escrevo prosas onde exponho os meus experimentos de vida!
    Abraços ao entrevistador e ao entrevistado, desejo sucesso sempre!
    Jonas e João, que bom conhecer um pouquinho de vocês!

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    Respostas
    1. Olá Ivone! Nossa, quanta gentileza! Fico até sem palavras para descrever a alegria em ler o que escreves! Muito obrigado! Espero que continues a visitar-nos e a gostar de estar por aqui!

      Abreijos de nós os dois para ti! :)

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