06/04/2016

Vírgulas do Destino: Prisioneiros do Amor, Capítulo 14

Capítulo 14: A promessa esquecida!

Jéssica aproximou-se de Kojiru e dos seus conselheiros e sorrindo altiva, disse:

- Penso que não seja necessário fazermos apresentações, mas ainda assim... O meu nome é Jéssica e sou filha da Governadora Milú, a governante das Terras do Sul. Os meus conselheiros são a Sophie, Mark e Caim.

Kojiru e os restantes cumprimentaram os conselheiros dela e em seguida cumprimentaram Jéssica. Kojiru apresentou-se e aos seus homens.

- Muito prazer! O meu nome é Kojiru e sou o filho do Governador George, o governante das Terras do Norte. Os meus conselheiros são o Lord Yusuke, Howl e o Acácio.

Todos voltaram a cumprimentar-se. Howl e Mikel estavam em estado de choque. Quanto a isso, não eram os únicos. À excepção de Kojiru e Jéssica, mais ninguém estava à espera daquela surpresa.

Sophie era uma rapariga muito bonita, de cabelos castanhos, abaixo dos ombros. Era mais baixa que todos os outros. Tinha 18 anos. Os seus olhos eram castanhos claros, grandes. Tinha um olhar sério e penetrante.

Caim tinha os cabelos compridos, lisos, castanhos claros, abaixo dos ombros. Era alto e tinha pele clara. Os seus olhos eram aveludados, verdes, num tom verde seco. Desde a última vez que vira Mikel, deixara crescer uma barbicha, que lhe assentava muito bem, dando-lhe um ar mais velho.

Quanto ao Mark, ele era um rapaz de 20 e poucos anos. Tinha cabelos pretos, grandes, lisos e brilhantes, quase pelos ombros. Era de média estatura. Tinha olhos escuros e um sorriso bonito. A sua pele era morena. Ao ver Mikel naquele estado, decidiu ajudá-lo a recuperar do choque, aproximando-se dele com um sorriso e dando-lhe um grande abraço.

- Olá Mikel! Há quanto tempo!

Mikel, retribuindo o sorriso e o abraço, comentou:

- Podes crer! Há quase um ano que não te via! Ainda nem estou em mim, acreditas?! Que fazes tu aqui?

- Bem, eu tornei-me Historiador quando terminei o curso... Entretanto, começou a guerra e como a minha mãe tem negócios com a Governadora... Uma das vezes que fomos jantar a casa dela, eu conheci a Jéssica e olha, ela convidou-me para trabalhar com ela...

- Isso é excelente! Que maravilha! Ela não poderia ter escolhido melhor Historiador! - respondeu Mikel, com um enorme sorriso.

- Awww... És um querido! Não digas isso, há tanta gente melhor do que eu!

- Digo pois! E então? Estás a gostar? Quer dizer, estás a gostar do teu trabalho?

- Não desgosto. Têm acontecido muitas coisas ultimamente, mas falaremos melhor quando estivermos a sós, se não te importares... - rematou Mark, virando a cabeça para a janela e olhando para o jardim.

Mikel compreendeu que algo se passava ali. Caim ainda não lhe dissera nada. Ele próprio sentia-se triste e magoado. Não era assim que imaginara o reencontro deles. Milkel aproximou-se, já que ele mantinha-se quieto, como se estivesse congelado. Ganhando coragem, virou-se para ele e perguntou:

- Então e tu... Caim?

Quando Caim preparava-se para responder, Howl aproximou-se de Sophie, a chorar. Não resistindo mais às saudades, abraçou-a com força e deu-lhe um beijo. Esta, de imediato, afastou-o e deu-lhe um estalo.

- Estás louco? Quem és tu?

- Mas...? O quê? - perguntou Howl, confuso.

- Porque me beijaste? Quem és tu? - repetiu Sophie, francamente zangada.

- Tu... Tu não te lembras de mim? - perguntou Howl, num murmúrio.

Mikel virou-se para Jéssica e disse baixinho:

- Ela... Eu recordo-me de ouvir o Howl a falar nela inúmeras vezes...!

Jéssica virou-se para Sophie e afirmou:

- Querida, acho que é melhor ires dar um passeio pelo jardim, sim? Eu vou falar com eles, está bem? Caim, queres fazer o favor de a acompanhar?

- Está bem... - respondeu este, baixando a cabeça.

- Sim, acho que é melhor mesmo, estou a precisar de apanhar ar... - respondeu Sophie, virando costas e seguindo para o jardim na companhia de Caim.

- Mas... - responderam Mikel e Howl ao mesmo tempo.

Jéssica observou-os até saírem para os jardins e virando-se para todos os que estavam no salão, disse:

- Sentem-se. Já vos explico tudo.

Ela chamou uma empregada para trazer cafés para todos. Não demorou muito para a empregada trazê-los. Assim que ela os pousou, Jéssica sentou-se também, convidando cada um a tirar o seu e começou a falar.

- Não sei bem por onde começar... Por isso, mais vale ir directa ao assunto... Howl, a Sophie sofreu um trauma há alguns meses atrás...

- O quê? O que aconteceu com a minha pequena estrela?! - perguntou Howl, levantando-se num ápice, assustado.

Jéssica prosseguiu.

- A família da Sophie foi vítima de um atentado, quando vinham a caminho de Lisboa. O irmão mais velho dela, morreu nesse atentado. A Sophie também foi atingida... E sofreu um traumatismo bastante forte, que a fez perder as memórias...

- Que horror! - exclamaram os restantes.

- Os médicos acham que um dia ela será capaz de recuperar as memórias todas, mas neste momento, os avanços que tem tido são muito poucos. Ela lembra-se da família, de alguns amigos e pouco mais... Honestamente, eu tinha esperanças que ela quando te visse, se recordasse de ti... - suspirou Jéssica, um pouco triste.

Howl abraçou-se a Howl a chorar. Que decepção tão grande! Como era possível? Ele estivera tanto tempo sem ver a sua "pequena estrela" e esta, pura e simplesmente, não se recordava dele...

Mikel virou-se para ele e com um sorriso meigo, pegou-lhe na cara, limpou-lhe as lágrimas, deu-lhe um beijinho na testa e disse:

- Tenho a certeza que vamos conseguir ajudá-la! Não desanimes! Acredita no teu coração! Vais encontrar aí dentro a resposta que procuras!

Howl olhou para Mikel durante alguns instantes, enquanto ponderava no que este dissera. De repente, fez um grande sorriso e murmurou:

- A promessa! É isso! A promessa!!

Todos olharam para ele admirados. Howl virou-se para Kojiru e Jéssica. Olhando-os seriamente, perguntou:

- Vocês têm algum piano neste palácio?

- Sim, porquê? - responderam os dois ao mesmo tempo, curiosos.

Howl começou-se a rir, mais aliviado e voltando-se para Mikel, disse:

- Preciso que me faças um favor... Tocas-me esta letra?

Mikel pegou na partitura que Howl lhe entregara e começou a ler.

- Oh meu Deus! Que linda...! Faz-me lembrar... O Ángel... - disse num sussurro, baixando a cabeça e virando o rosto.

Curiosos, todos se aproximaram de Mikel para ver o conteúdo. Este rematou, dizendo que o melhor seria chamarem Caim e Sophie. Depois de estarem todos novamente reunidos, seguiram para o salão onde estava o piano e Howl virou-se para Sophie e disse:

- Eu peço-te desculpa se te assustei. Sei que pensas que não me conheces, mas a verdade é que nós... Conhecemo-nos muito bem... Sophie... Esta é a nossa canção. Espero que te consigas lembrar de mim outra vez...



[Howl]

Lágrimas de Saudade
Caem sobre o meu sorriso vacilante
Desde o início dos tempos
Eu mantenho a nossa promessa...

Apesar de eu agora estar só,
Amanhã, existe alguém por quem vale a pena esperar
O Hoje chegou, nascendo um dia harmonioso:
Brilha como no dia,
Em que tu e eu nos encontramos pela primeira vez...


De repente, Sophie levou as mãos à cabeça, atordoada. Finalmente, ela lembrava-se de quem era Howl! Sentando-se, começou a chorar, enquanto Howl prosseguia:

[Howl]

Em todas as minhas recordações...
Tu estás sempre ausente...

És como o vento...
Que toca na minha pele macia...

Na luz do entardecer,
Com o teu sorriso genuíno,
Despertaste o meu amor
E eu reconheci-te...

A promessa que fizemos, não pode,
Nem nunca se vai quebrar!

Apesar de agora estares sozinha,
O Amanhã é Ilimitado e ainda não está escrito...
O Amanhã é Infinito, sem dúvida...
Mostra-me o teu coração, no fim da noite...

Em todas as minhas recordações
Tu estás sempre ausente
Eu já não procuro por ti
Dentro das minhas memórias

Em vez disso, tu vives agora
Como a melodia do riacho...
Nesta canção sussurrante,
Na cor deste céu,
No aroma das flores...
Tu, meu amor, viverás assim, eternamente!

No fim da canção, todos choravam, emocionados. Howl abraçou-se a Sophie, dizendo:

- Minha pequena estrela! Finalmente, estamos juntos de novo!

Sophie tocou no rosto de Howl e sorrindo, afirmou:

- Sim, meu pequeno príncipe! - beijando-o apaixonadamente.

- Hum, hum... É capaz de ser melhor vocês irem dar um passeio. Devem ter muita coisa para pôr em dia... - retorquiu Jéssica, com um sorriso muito feliz.

Sophie e Howl começaram a rir-se.

- Sim, concordo! Vamos, minha estrelinha?

- Vamos lá, meu principezinho!

E assim, os dois pombinhos seguiram rumo aos jardins, com um ar de felicidade inegável. Mikel, por sua vez, chegara ao limite das suas forças. Estava feliz pela vitória do amor de Sophie e Howl, por quem nutria um grande carinho. Afinal, eles agora eram a família um do outro.

No entanto, aquele dia estava a ser cheio de emoções fortes. A canção de Howl e Sophie fizera-lhe despertar fortemente sentimentos que julgara enterrados à muito tempo. Além disso, não esperava reencontrar Caim ali. Muito menos com uma recepção tão fria. Estava apenas a um passo de perder o controlo das suas emoções. Olhando para Caim, sorriu-lhe. Era a sua última tentativa. Caim, ao vê-lo sorrir, baixou os olhos e a cabeça. Levou as mãos ao rosto e virou-se para uma janela oposta aos jardins.

Mikel não aguentou mais! A angústia que o consumia desde o primeiro momento que entrara naquele palácio, finalmente rebentara! Com um uivo, ele saiu dali, a correr e a chorar. Queria desaparecer... Correu o mais que pôde, rumo aos jardins... Procurava encontrar um sítio escuro onde pudesse esconder-se e chorar à sua vontade, sem que ninguém o ouvisse.

Passados alguns minutos, Mark apareceu. Tinha-o encontrado. Ao vê-lo, aproximou-se dele, lentamente, abraçando-o. Mikel abraçou-se a ele a chorar e chorou como nunca havia chorado. Finalmente, encontrara um ombro amigo onde podia libertar a sua dor. Tantos dias, semanas... Inúmeras emoções contidas... Enfim. Tanta coisa que ele já tinha passado, desde aquela fatídica noite em que George aparecera e lhe dissera que ele era um Lord*...

* Nota do Autor - [ver "Vírgulas do Destino: Prisioneiros do Amor", Capítulo 4]

- Mikel... Tem calma... Estás muito nervoso... Nenhum de nós estava à espera desta surpresa! O Caim não sabia de nada...

- Eu também não, acredita... Nunca imaginei encontrá-lo aqui, numa reunião! Caramba...! Ainda por cima, nem foi capaz de me dirigir a palavra!! Porquê?!

Mark sorriu ternurento. Ele conhecia bem Mikel, sabia o quão puro era o seu coração e como estaria a ser difícil para ele viver aquele momento tão controverso. Por outro lado, ele compreendia o receio de Caim também, pois já tinha conversado com ele várias vezes sobre isso. Respirando fundo, prosseguiu:

- O Caim gosta muito de ti... Desde que ele veio trabalhar para a Jéssica, temos falado muitas vezes... Ele sente a tua falta. Mas tem estado cheio de medo da tua reacção. Vocês estiveram imenso tempo sem se falarem... Depois daquela despedida tão abrupta... Aconteceram tantas coisas...

Mikel suspirou.

- E por acaso ele pensa que eu queria separar-me dele? Eu aceitei este trabalho porque senão o George podia vir a fazer-lhe mal! Ainda hoje tenho dúvidas sobre o que de facto aconteceu com a minha família! E sabes que mais? Já me chegou ter perdido o Ángel!* Fartei-me de telefonar, de lhe mandar mensagens, nunca me respondeu! E agora tratou-me assim! Não é justo!

* Nota do Autor - [ver "Vírgulas do Destino: Meandros da Vida", Capítulo 2]

- Eu sei! Ele já me explicou tudo...!

- E então?

- Creio que é melhor serem vocês os dois a ter essa conversa... - rematou Mark, com um sorriso.

Mikel fungou, assoou-se e respirou fundo. Fechou os olhos. Passados alguns segundos, disse:

- Bom... És capaz de ter razão... Acho mesmo que estás muito certo... Espero que ele aceite conversar comigo, temos muito que explicar um ao outro. Obrigado por me acalmares. Estava mesmo muito nervoso. Tens tido notícias do pessoal dos blogs? Há meses que não consigo saber de nada...

- Quando a guerra começou, a maior parte desapareceu ou deixou de escrever... A Margarida pegou nos gatos e na tartaruga e olha, emigrou para o Brasil! O João Roque foi ter com o Déjan. Quanto ao Francisco... Ele foi preso...

Mikel virou-se, surpreso.

- O quê??

- As coisas no Sul estão muito delicadas... A Governadora Milú e a Artemisa são homofóbicas, sabes? Criaram decretos para punir severamente "este tipo de actos, contra-natura" - palavras da própria Governadora. Têm sido executadas verdadeiras "caças às bruxas" e muitas pessoas têm sido presas por causa disso... Outros, têm fugido para as terras neutras, para o Norte e mesmo para o estrangeiro. Como sabes, no Sul, mantemos contacto com o estrangeiro...

- Sim, eu sei disso. E garanto-te que isso é outra coisa que não entendo! Lá no Norte estamos bastante limitados! Quanto ao resto, caramba, estou sem palavras! Vivemos em pleno século XXI! Além disso, como é que o Francisco foi apanhado?

- Pelo que vim a saber mais tarde, o Francisco fez orelhas moucas aos avisos que a Governadora lançou. Foi apanhado em flagrante, quando tentava organizar uma manifestação contra a governação de Milú, sendo preso de imediato. Já o tentei visitar, mas não permitem visitas... Lembrei-me que tu pudesses fazer alguma coisa por ele, Mikel...

- Hum... Eu vou falar com o Governador George... Posso conseguir um perdão especial para o Francisco e tirá-lo da prisão! Mas será melhor encaminhá-lo para o Norte depois! Hei-de falar com os meus Dragões e ver o que se pode arranjar!

Mark virou-se, admirado.

- Dragões?

- Sim... É o nome que dei ao meu grupinho... A Irmandade dos Dragões. É constituída pelos meus pupilos... São das poucas pessoas em quem confio. Infelizmente, nos tempos actuais, tornou-se muito difícil saber em quem confiar... - suspirou Mikel, um bocado triste.

- Lá isso é verdade... - assentiu Mark.

- Olha lá... Então e tu? Disseste que depois haveríamos de falar só os dois. O que se passa? - perguntou Mikel.

Mark suspirou fundo e encostou a sua cabeça no ombro dele.

- Tu conheces-me bem, Mikel... Sabes que não me apaixono facilmente. Aliás, sempre disse que me iria tornar um eremita...

Mikel começou-se a rir, divertido.

- O Cupido atingiu-te, foi?

- Sim... Quer dizer, não sei bem...! O que sei é que eu passo os dias a suspirar, a pensar nele o tempo todo, a olhar para o relógio, a contar os minutos até ao próximo reencontro...

- Ah ah ah ah! Awww, isso é tão fofo! Estás mesmo apaixonado! Como se chama o sortudo que te roubou o coração?

Mark baixou a cabeça e começou a chorar.

- Infelizmente, perdemos o contacto há algumas semanas atrás. O Tiago desapareceu e nunca mais tive notícias dele... Estou farto de o procurar, tenho usado todos os meios possíveis nas Terras do Sul, mas sem sucesso...

- Oh meu Deus...! Lamento imenso...! - Mikel abraçou-se a Mark com muito carinho, afagando os seus longos cabelos escuros e dando-lhe beijinhos na cabeça. Deixou-o chorar à sua vontade, murmurando-lhe palavras doces ao ouvido.

Quando Mark se acalmou, Mikel olhou-o nos olhos e perguntou:

- Queres que eu faça uma busca nas Terras do Norte? É isso que me querias pedir? Tens alguma fotografia dele?

Mark acenou com a cabeça. Pegou na carteira e de lá retirou a única fotografia que tinha de Tiago, o rapaz que lhe havia roubado o coração.


- Wooow! Muito bem, menino Mark! Arranjaste um cavalheiro à tua altura! Parabéns! - brincou Mikel, piscando-lhe o olho.

- Ohhhhhh...! - respondeu Mark, sem jeito, corando imenso.

Mikel afagou os cabelos de Mark e sorrindo-lhe, começou a fazer várias perguntas. Este a todas respondeu, pois quanto mais informações Mikel tivesse sobre Tiago, melhor.

- Achas que o vais conseguir encontrar?

- Se ele estiver no Norte, podes ter a certeza que sim! Eu vou dar com ele, não te preocupes! - respondeu Mikel, com um grande sorriso, cheio de confiança.

Mark abraçou-se a Mikel, bastante feliz!

- Awwww... Mikel! És um querido! Muito querido, mesmo! Haverá alguma coisa que eu possa fazer por ti?

Este pensou por uns segundos. Por fim, respondeu:

- Na verdade... Até há, sim. Podes arranjar-me uma cópia destes documentos?

Mikel pegou num papel e tirando uma caneta do casaco, começou a escrever. No final, entregou o papel a Mark. Este leu o papel e espantado, virou-se para Mikel:

- Mas... Estes documentos são oficiais! Não vai ser fácil obtê-los!

- Relaxa... Eu só preciso de uma cópia, preciso de analisá-los... Tenho a certeza que tu consegues arranjar-me isso.

- Conseguir consigo, tenho acesso a toda a documentação oficial. Mas para que precisas tu disto?

- Digo-te quando me conseguires isso. Por falar nisso, vamos trocar contactos?

- Boa ideia!

E assim, os dois amigos trocaram números de telemóvel [ambos tinham números especiais, já que trabalhavam para os Governadores] e começaram a debater como colocar um ponto final à guerra, quando Acácio apareceu.

- Lord Mikel! Estás melhor?

- Estou sim, Acácio. Obrigado... O Mark ajudou-me a recuperar...

- Ainda bem... É que... Podes voltar ao Palácio? Pediram-me para te chamar...

[Continua...]

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